ZONAS FLUVIAIS DE LAZER – DESFRUTE DO RIO CÔA

Neste verão, venha (re)descobrir uma ruralidade que emerge no caudal do Côa, deixar-se deslumbrar pelas suas águas e paisagens verdejantes a obrigar ao merecido repouso… é o que a moldura natural, paradisíaca porque ainda selvagem, sugere ao veraneante a usufruir no seu lazer.

Alfaiates, Badamalos, Fóios, Malcata, Penalobo, Quadrazais, Rapoula do Côa, Sabugal, Seixo do Côa, Vale das Éguas e Vale de Espinho!

Cumpra as recomendações da Direção-Geral da Saúde.
Proteja-se a si e aos outros!

GUIA DAS PRAIAS FLUVIAIS – CONCELHO DO SABUGAL DISPONÍVEL AQUI


A COVID-19 é uma doença causada pela infeção pelo novo Coronavírus (SARS-CoV). A doença manifesta-se predominantemente por sintomas respiratórios, nomeadamente febre, tosse e dificuldade respiratória, podendo também existir outros sintomas, entre os quais, odinofagia (dor de garganta), dores musculares generalizadas, cefaleias (dores de cabeça), fraqueza, e, com menor frequência, náuseas/vómitos e diarreia.

Com base na evidência científica atual, este vírus transmite-se principalmente através de:

– Contacto direto: disseminação de gotículas respiratórias, produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, que podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas (< 2 metros).

– Contacto indireto: contacto das mãos com uma superfície ou objeto contaminado com SARS-CoV-2 e, em seguida, com a boca, nariz ou olhos.

A COVID-19 foi considerada uma Pandemia a 11 de março de 2020 pela Organização Mundial de Saúde. Em Portugal, as medidas de Saúde Pública têm sido implementadas de acordo com as várias fases de preparação e resposta a situações epidémicas, por forma a diminuir progressivamente a transmissão do vírus, prestar os cuidados de saúde adequados a todos os doentes e proteger a Saúde Pública.

As praias constituem espaços lúdicos muito importantes em Portugal, visitadas todos os anos por milhares de pessoas, pelo que, no atual contexto da pandemia da doença COVID -19, importa definir os procedimentos a ter em consideração na utilização destes espaços, de forma a não colocar em risco a estratégia adotada no controlo da pandemia.

Assim, para cada praia, considerou-se a área útil da zona destinada ao uso balnear, e a área de segurança mínima por utente, bem como a dimensão das praias pertencentes ao concelho, tendo sido determinado por despacho da APA, I.P., publicado no Diário da República e disponibilizado no sítio na Internet, o método de cálculo e a capacidade potencial de ocupação das praias de banhos, no contexto da pandemia da doença COVID-19, para garantir a segurança dos utentes e a proteção da saúde pública.